Raphael Claus entra no centro de uma noite em que Mauricio Pochettino tentou tirar peso de uma sequência ruim dos Estados Unidos contra rivais europeus antes do jogo contra Bósnia. O técnico disse que a série de 10 derrotas seguidas pode ser só coincidência, às vésperas da partida da Copa do Mundo em Santa Clara.
"Acho que não. Pode ser apenas uma coincidência", disse Pochettino em São Francisco. Ele tratou o duelo de Wednesday in Santa Clara como uma chance direta de testar essa leitura diante de um adversário europeu que já empurrou os Estados Unidos para um histórico recente de derrotas.
Pochettino e Raphael Claus
O técnico também colocou Christian Pulisic no centro do plano. O atacante voltou em plena condição física e estava disponível para começar depois de ter saído do banco contra Turkey the previous week.
Ao mesmo tempo, Pochettino puxou a conversa para o tamanho do desafio, não para a fama do rival. "Amanhã (quarta-feira), temos uma boa oportunidade de desafiar a história, não apenas contra a Bósnia e Herzegovina, mas contra os últimos cinco anos", disse. Em outra resposta, resumiu o clima interno com uma frase curta: "Muito bem, mais um desafio. Temos mais um desafio".
Estados Unidos e Bósnia
Os Estados Unidos chegaram ao round of 16 com uma marca incômoda: 10 derrotas consecutivas para seleções europeias, num recorte que vinha desde o 0-0 com England no último World Cup. Depois daquele empate, a equipe perdeu para the Netherlands, Serbia, Slovenia, Switzerland, Belgium and Portugal, além de duas derrotas para Germany e duas para Turkey.
A última vitória sobre um europeu veio em 2021, contra Northern Ireland. Desde então, a sequência se estendeu por cinco anos, o que explica por que a conversa antes de Bósnia foi menos sobre rotina e mais sobre interrupção de padrão.
Santa Clara e a posição 46
Mesmo com esse histórico, os Estados Unidos entraram como favoritos. A leitura vinha do ranking mais recente da Fifa, em que a equipe aparecia na 46th position, à frente de Bósnia.
Bósnia chegou pela primeira vez à fase de mata-mata da Copa do Mundo depois de terminar em third place in Group B e avançar após vencer Qatar. Para os Estados Unidos, isso transforma o jogo em algo direto: uma chance de apagar uma sequência de cinco anos contra europeus e de ver se o rótulo de favorito resiste ao primeiro corte eliminatório.
Will the United States keep that losing run alive, or break it in Santa Clara?






